Freud foi o criador da teoria psicanalítica. Para a Psicanálise, o sexo
está no centro do comportamento humano. O inconsciente é composto de
experiências desagradáveis e perigosas que foram reprimidas, raramente acedem à
consciência, e quando isso acontece é de forma simbólica. Para Freud a
personalidade humana pode ser comparada a um iceberg, com uma pequena parte
visível, o consciente, e uma enorme parte afundada, o inconsciente, que é
dinâmico e influencia como pensamos e agimos. Para Freud toda perturbação
emocional é derivada de vivências sexuais marcantes, que por se revelarem
perturbadoras, são reprimidas no Inconsciente. Esta energia contida, a libido,
se expressa a partir dos sintomas, na tentativa de se defender e de se
preservar, este é o caminho que ela encontra para se comunicar com o exterior.
A infância é um período extremamente importante para o desenvolvimento
da personalidade de cada um pois é quando exploramos o mundo por primeira vez,
aprendemos do que vemos, reprimimos o que nos machuca, e continuamos dessa
maneira até a vida adulta. Desde a infância os nosso impulsos se baseiam no sexual,
na libido e no prazer, Freud estabeleceu 5 estágios psicossexuais onde
diferentes zonas erógenas são a fonte de prazer; oral, anal, complexo de Édipo
(Electra), fálico e genital.
A mente é dividida em Id, Ego e Superego. O id é composto pelos desejos
carnais, agressivos e impulsos reprodutores. O ego (ou eu) é o ponto de
equilíbrio entre o id e o superego, sua função é saciar o id se adaptando às
normas sociais. O superego é a nossa consciência moral que age
inconscientemente censurando impulsos e desejos (sexuais principalmente).
Os mecanismos de defesa são técnicas usadas com o fim de evitar a
angustia produzida pelas frustações (repressão).
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